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Blog Pralike

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Marketing na era do ChatGPT: o que muda?

Se você está acompanhando as notícias, já deve ter ouvido falar do ChatGPT: um assistente virtual ou chatbot que aprende com processamento de linguagem natural. Em outras palavras, podemos solicitar tarefas como se estivéssemos conversando com uma pessoa, e ele as executa com base num banco de dados com mais de 175 bilhões de parâmetros disponíveis online.

Capaz de criar algo que não existia antes, o ChatGPT é uma inteligência artificial conhecida como generativa. Para lhe dar um pouco de contexto, aqui estão algumas coisas que essa tecnologia pode fazer:


  • Criar histórias e roteiros

  • Gerar códigos em diferentes linguagens de programação

  • Criar esqueletos para compor músicas

  • Jogar RPG com você

  • Criar jogos de tabuleiro

  • Corrigir e aprimorar fórmulas de Excel

  • Escrever emails

E muito mais!

Com todas essas novidades e possibilidades, é comum nos perguntarmos se algumas funções e profissões vão ser substituídas ou não. Por exemplo, o que será do marketing digital? Ele está ameaçado?

A resposta para essa pergunta está aí desde sempre, e vem se fazendo ainda mais notável nos últimos tempos. Uma evidência disso foi comentada por nós anteriormente: segundo a autoridade global em previsão de tendências de consumo WGSN, como consequência da pandemia e de diversos eventos globais, o que o consumidor busca é  conexão, comunicação, facilidade e familiaridade.

Não é de hoje, por exemplo, que vemos a importância e o impacto de influencers que se mostram verdadeiros, sinceros, próximos e reais. 

O ChatGPT pode ser extraordinário para automatizar processos e elaborar ideias. Por outro lado, para que consiga efetivamente criar algo - como por exemplo, uma música ou um roteiro -, ele ainda depende da nossa visão e do nosso comando.

Nós realmente não sabemos o que o futuro da inteligência artificial nos guarda, mas hoje podemos afirmar que não é possível substituir o papel de uma pessoa no processo de entender e construir relações com um público-alvo, da mesma forma que não é possível substituir o olhar humano artístico na produção de composições, músicas e por aí vai.

Como menciona uma recente matéria da Forbes, o melhor a se fazer é "usar o poder dela [da tecnologia] para nos ajudar enquanto nos concentramos em desenvolver e explorar nossas características exclusivamente humanas, como criatividade, pensamento estratégico, empatia e inteligência emocional."

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